Não podia faltar uma explicação para esse blog. Eu relutei muito até decidir criar um blog para postar meus poemas e pensamentos. Isso porque eu tenho ciúme dos meus textos. Tudo que eu escrevo é parte de mim, e eu nunca gostei muito de me expor.
Enfim, eu queria publicá-los em algum momento, e como o mercado editorial dificilmente se abre para a poesia, um blog parecia a melhor solução. E eu só faço isso agora porque... sei lá. Em algum momento tinha que ser!
Tenho bastante material armazenado, e vou upar o material antigo intercalado com o novo, sem muita referência de espaço e tempo. Se você espera uma estória com início - meio - fim, não vai encontrar aqui. Saia e tente ler Hegel... boa sorte!
Mas, se você se importa menos com o tempo e mais com a arte, sinta-se à vontade. Inicio o blog com um aviso:
Enfim, eu queria publicá-los em algum momento, e como o mercado editorial dificilmente se abre para a poesia, um blog parecia a melhor solução. E eu só faço isso agora porque... sei lá. Em algum momento tinha que ser!
Tenho bastante material armazenado, e vou upar o material antigo intercalado com o novo, sem muita referência de espaço e tempo. Se você espera uma estória com início - meio - fim, não vai encontrar aqui. Saia e tente ler Hegel... boa sorte!
Mas, se você se importa menos com o tempo e mais com a arte, sinta-se à vontade. Inicio o blog com um aviso:
Eu escrevo os meus versos com uma tinta vermelha
Se o que cortou a carne ainda pulsa na memória
Se o sangue do retalho se recusa a estancar
Já não sei há quanto tempo por quanto tempo agora
Dói ganhar o quanto perco quanto meu erro acerta
E as marcas do meu corpo vão mostrando minha estória
Para os outros, cicatriz
Pra mim, ferida aberta

Nenhum comentário:
Postar um comentário