Depois de dois dias relembrando quem eu costumava ser, surgiu uma música.
Agulha
O sangue na ponta da agulha
O bater cansado da pulsação
O fluir intenso da luxúria
O prazer que escorre da minha mão
A calma que invade o meu corpo
As memórias que eu quero esquecer
A certeza que o tempo é pouco
A angústia que não tem porquê
Eu não penso na incerteza
Eu não penso na ilusão
Eu não penso na indiferença
Eu não penso na solidão
O prazer na ponta da agulha
O fluir intenso da pulsação
O bater cansado da luxúria
O sangue que escorre na minha mão
Memórias que invadem o meu corpo
A certeza que eu quero esquecer
A angústia de o tempo ser pouco
Calmaria que não tem porquê
Eu não penso na incerteza
Eu não penso na ilusão
Eu não penso na indiferença
Eu não penso na solidão
Eu não penso em nada
Eu não penso em nada
Eu não penso em nada
Eu não penso em nada...

Nenhum comentário:
Postar um comentário