Há dias
Há dias que não me entendo
E tudo o mais passa lento
Do sol que não quer se pôr
À flor que não quer nascer
São dias de tom cinzento
As vozes vão contra o vento
Os frutos não têm sabor
Que possa me dar prazer
Há dias que duram anos
Insistem em se estender
Há dias que eu não te amo
sábado, 29 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Um pouco de surrealismo não faz mal a ninguém
Uma luz, um borrão, uma forma disforme
Presente passado em memória futura
No sonho em que dorme a simples razão
A voz que mistura jamais nunca sempre
O ruído lento estrondo sussurro
O sim que não cabe na verdade rei
Não sei como sei, só sei que não sabe
Sou eu aquela sombra perdida no tempo
Presente passado em memória futura
No sonho em que dorme a simples razão
A voz que mistura jamais nunca sempre
O ruído lento estrondo sussurro
O sim que não cabe na verdade rei
Não sei como sei, só sei que não sabe
Sou eu aquela sombra perdida no tempo
domingo, 9 de janeiro de 2011
Ano Novo, Vida Velha
Faço força pra esquecer
Me perco em relembrar
E cada vez que eu mudo
É outra dor que me corta
Não sei se te quero bem
Não sei se te quero morta
Me perco em relembrar
E cada vez que eu mudo
É outra dor que me corta
Não sei se te quero bem
Não sei se te quero morta
Assinar:
Comentários (Atom)
